A cultura jorgense não se resume a paisagem: é o conjunto de ofícios que permitem viver numa ilha longa, estreita e exposta ao Atlântico.
Mar
A pesca artesanal, os portos de Velas e da Calheta, e a memória dos baleeiros e das fábricas de atum moldaram gerações. Hoje o mar continua a ser sustento, lazer e risco.
Terra
Queijaria, vinha nas fajãs, mel, horticultura e pecuária exigem saber fino sobre microclimas e solos vulcânicos. O queijo DOP, o vinho e o mel são o lado visível desses ofícios.
Caminhos e construção
Muros de pedra, atalhos entre pastagens, e os trilhos oficiais que hoje os visitantes percorrem foram, durante séculos, vias de trabalho — levar leite, descer à fajã, ir à missa ou ao porto.
