Como em todo o arquipélago, a emigração marcou o século XX em São Jorge. Destinos frequentes: Estados Unidos (especialmente New England e Califórnia), Canadá e, em menor escala, o continente português e o Brasil. As razões eram económicas — terra limitada, crises da pesca e das conservas, desejo de outro futuro para os filhos.
A ilha que ficou e a que partiu
Quem ficou herdou casas, pastagens e o cuidado dos mais velhos. Quem partiu enviou remessas, voltou no Verão e manteve associações culturais no estrangeiro. As festas jorgenses em Massachusetts ou no Ontário ecoam as da Calheta e de Velas.
Hoje
A população residente é menor do que há décadas, mas a identidade jorgense permanece forte na diáspora e entre quem regressa a tempo parcial. O site celebra a ilha física e cultural — terra, mar e memória — sem invadir a privacidade de famílias.
